Que venha 2012 !
O Espetáculo “Coppélia” – A boneca encrenca foi lindo ! Parabéns à todos os nossos bailarinos que se empenharam em apresentar o seu melhor ! Que no ano que vem a dança continue em suas vidas pois, “Perdido seja para nós aquele dia em que não se dançou nem uma vez! ” (Friedrich Nietzsche). Boas Festas e que venha 2012 !
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Espetáculo
Novas Fotos do II Festival de Dança de Feira de Santana
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Cursos no Festival de Dança de Feira de Santana
Além do concurso também participamos dos cursos de Pontas com Priscilla Yokoi e de Jazz com Marcos Cerqueira.
Sucesso no Festival de Dança de Feira de Santana

Mais uma vez a La Dance marcou presença no Festival de Dança de Feira de Santana. Esse ano levamos 4 coreografias, fomos classificados em todas e levamos 3 prêmios !
Na categoria Clássico Livre Conjunto Avançado ganhamos o 3° lugar com coreografia Be Happy ! apresentada pelas bailarinas Carla Milena, Claudionita Oliveira, Laís Araújo, Mariana Barros, Marjory Santiago e pela professora Carolina Vila Nova que dançou e coreografou.
Na categoria Clássico Livre Juvenil não fomos premiados, mas fomos classificados com média 8,o na coreografia Dançando o Inverno representada pela bailarina Sara Medeiros e coreografada pela professora Carolina Vila Nova.
Na categoria Clássico Livre Solo Infantil ganhamos o 2° lugar com a coreografia Minha Boneca e Eu, apresentada pela bailarina Evellyn Matos e coreografada pela professora Carolina Vila Nova.
Na categoria Clássico Livre Trio Adulto ganhamos o 2° lugar com a coreografia Jeitinho de Menina, apresentada pelas bailarinas Isadora Dantas, Mariana Barros e Sara Medeiros, coreografada pela professora Carolina Vila Nova.
A professora Joseane Henrique também participou do Festival como independente e ganhou o 2° lugar com a coreografia Brincadeirinhas na categoria Clássico Livre Solo Baby apresentada pela bailarina Luiza.
Em breve mais fotos e videos.
PARABÉNS PARA AS ALUNAS E PROFESSORAS LA DANCE QUE MAIS UMA VEZ DEIXARAM SUA MARCA NO FESTIVAL DE DANÇA DE FEIRA DE SANTANA !
Exame Interno
No dia 05 de Agosto, aconteceu na La Dance o exame interno de 2011. Nossas alunas foram avaliadas pelo professor Marcos Cerqueira e demonstraram o resultado do trabalho realizado desde Fevereiro, quando iniciamos nossas aulas. O resultado será entregue no dia 30 de Agosto. A partir de agora começaremos os ensaios para o Espetáculo de fim de ano, cujo o tema será “Coppélia, a Boneca Encrenca”, uma adaptação do Ballet de Repertório “Coppélia” na versão do Ballet Kirov coreografado por Oleg Vinogradov com música original de Leo Delibes.
Por fim, parabenizamos nossas alunas pelo empenho nas aulas e demonstrado no exame interno !
Fotos do Workshop de Jazz com Marcos Cerqueira
Foi MARAVILHOSO !!! Quem não foi perdeu !! Confira as fotos ! Em breve vídeos !
Flash?!
Ultimamente tenho observado que em todos os espetáculos de dança das escolas do interior da Bahia (tanto naqueles que eu assisto quanto nos que danço ou promovo) fotógrafos profissionais e amadores como os pais e amigos dos bailarinos, usam o flash. Já ouvi que é “impossível” tirar fotos boas sem o flash por causa da iluminação dos espetáculos. Contudo, o que eu vejo que as fotos SEM FLASH são muito melhores, afinal, mostram o que de fato deveriam mostrar, que é o conjunto dos bailarinos com cenário e iluminação, o efeito esperado por quem elaborou os espetáculo e as coreografias.
Não faz muito tempo, eu estava no palco dançando, e no final da coreografia eu meu partner deveríamos fazer uma seqüência de 8 giros, ou pra quem entende, 8 deboulés. No meio dessa seqüência veio aquela luz nos nossos olhos, aquele flash horroroso piscando nos fez perder completamente o foco, no fim das contas terminamos os giros parecendo dois bêbados dançando ballet no boteco da esquina.
Além disso, a qualidade da filmagem do espetáculo fica muito prejudicada, também em alguns casos (como no espetáculo da La Dance no ano passado) o cenário é projetado e a luz minusciosamente estudada para que não apague a projeção e o uso do flash destrói literalmente o cenário. Todas as vezes que alguém usa o flash o cenário some completamente e o que se vê é apenas atela de projeção em branco ao fundo. Fora isso, ainda se fosse um fotógrafo apenas, mas NÃO, além dos parentes e amigos que usam o flash, ainda há 2, 3 até 4 fotógrafos profissionais, todos usando o flash ao mesmo tempo. Fica difícil pessoal !
Pensando nisso, pedimos ao nosso amigo Tiago Stille, fotógrafo jornal “O Estado” no Ceará , que em sua experiência também conta a arte de fotografar esse tipo de espetáculo para escrever o texto abaixo para nosso blog. Leiam, vale muito a pena.
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Flash em espetáculos?
O uso ou não do flash é sempre uma questão que merece cuidadosa deliberação pelo fotógrafo e acaba por vezes se tornando um problema para o assunto fotografado. Não se pode negar que ele é uma ferramenta essencial em certos casos extremos, mas há de se levar em consideração também que com a modernização da tecnologia da construção de melhores e mais luminosos CCD e CMOS, a sensibilidade de captura, que há alguns anos não passaria de ISO 800 (ou ASA 800, pros velhões) hoje pode chegar até ISO 102400. Se sua câmera tem menos de dois anos, é provável que ela alcance pelo menos uns bons 3200 de ISO.
Aonde eu quero chegar com isso? Que bom que você perguntou!
É inegável que o uso do flash ajuda em situações de iluminação insuficiente. No entanto é igualmente inegável que o uso de uma luz forte, direta e “dura” como a de um flash de câmera ou até mesmo um speedlite apontado diretamente para o assunto acaba com o volume, com a tridimensionalidade do assunto. Ele fica pálido, chapado.
Se o momento permitir (e o seu orçamento também), vale a pena montar um esquema com múltiplos speedlites e rebatedores. Mas isso tá fora da realidade de muitos fotógrafos, especialmente no começo de carreira, e são raros os espetáculos que permitem esse tipo de setup. Restam duas opções: usar um único flash (próprio da câmera ou um speedlite) ou aprender a usar a luz disponível ao seu favor. E essa última, na minha opinião, deve sempre ser a primeira tentativa.
Um exemplo prático: Em Junho de 2009 fui destacado pelo jornal onde trabalho para fotografar uma apresentação do Cirque du Solei. Chegando lá, os auxiliares de palco se aproximam de mim com um rolo de fita isolante para cobrir absolutamente qualquer led ou tela de LCD que a câmera possua, pois qualquer iluminação partindo do palco pode tirar a concentração do artista. Isso significa que o uso do flash estava terminantemente proibido. Inicialmente me desesperei com o prospecto de ficar literalmente no escuro e perder as fotos (e quem sabe até o emprego) com essa situação.
A iluminação do show era excelente pra quem assistia, mas um pesadelo pra quem estava fotografando. Passado o susto inicial, peguei minha fiel Canon 300D que usava na época, ISO 800 e uma lente 50mm f/1.8 (que é a lente mais barata da Canon e uma que eu recomendo a todo fotógrafo) e fiz umas das melhores fotos da minha vida.
Sem flash.
O resultado pode ser conferido aqui:
http://www.flickr.com/photos/stille/sets/72157619627227693
Usar o flash em espetáculos também pode ser considerado desrespeitoso com o artista, que muitas vezes necessita de extrema concentração para exercer seu papel e é distraído com o constante ofuscamento causado pelos disparos das câmeras.
Por outro lado, usar um ISO alto acarreta a presença de um ruído digital maior nas imagens produzidas (assim como um filme de ISO alto aumentava o grão da foto).
Se eu tiver que escolher entre uma imagem com ruído mínimo e totalmente chapada por causa do uso do flash e outra, com volume e iluminação atraente, ainda que com ruído, pode ter certeza que escolherei a segunda opção.
Não é fácil se desligar da facilidade que o flash proporciona. No entanto esse é um esforço que compensa. Aprenda a manter a mão firme para minimizar tremidas comuns em baixas velocidades de disparo, aprenda a usar o borrão dos movimentos ao seu favor, tornando a composição mais interessante. Deixar o flash de lado não te limita, na verdade acaba abrindo novas oportunidades. E pra mim fotografia sem experimentação não é arte, é mero tecnicismo.
Com isso não quero dizer que o flash deva ser abandonado, abolido e abominado para toda a eternidade, amém.
Ele tem seus momentos. Só que são bem menos do que você foi levado a acreditar.
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Tiago Stille é repórter fotográfico e pode ser encontrado nos seguintes endereços:
http://www.flickr.com/stille
http://www.fotolog.com/tiago_stille
http://www.facebook.com/tiago.stille
http://www.twitter.com/tstille






















































